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J. Rentes de Carvalho faz 90 anos

15 de Maio de 2020

No dia em que o escritor J. Rentes de Carvalho faz 90 anos

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RELER OS ESCRITORES QUE FALAM DE NÓS. 

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EPIDEMIAS DOUTROS TEMPOS: OS SANTOS PROTETORES

Dificilmente o cidadão atual nos países ocidentalizados imagina viver sem hospitais, assistência médica, medicamentos. Mas noutros tempos não era assim: as epidemias sucediam-se, a Medicina pouca e empírica, os fármacos raros. Em busca da esperança de cura os crentes cristãos apegavam-se aos santos protetores e, no caso das pestes, a dois deles: S. Sebastião, soldado romano martirizado com setas no século IV, em 680 invocado em Roma para salvar a cidade de uma epidemia e a partir daí onde elas apareciam. O seu culto generalizou-se. 

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TEMPOS DE EPIDEMIASA EVOLUÇÃO DOS HOSPITAIS EM GAIA.

Hospital da Misericórdia de Gaia, Jornal de Notícias,24 de Abril de 1935

O tempo presente pode servir para inquirir a História e refletir sobre ela. Gaia tem hoje um Centro Hospitalar de excelência, mas tal remonta só a 1977. A referência mais antiga aqui a um hospital é de 1486 e por causa de um surto epidémico. Situava-se junto da capela de S. Nicolaínho no Monte da Meijoeira (depois Hospício do Sr. d' Além na Serra do Pilar). E vagas notícias sobre uma albergaria/hospital nos baixos da Capela da Senhora da Piedade da Areia. Outros nos Mosteiros de Grijó e de Pedroso.

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QUARENTENAS DE OUTROS TEMPOS. O LAZARETO DE GAIA. 
Ao contrário da perceção atual, noutros tempos as epidemias eram uma constante. O seu principal meio de propagação era a via marítima. Por isso em todos os portos de mar havia um "Lazareto", um local para onde se enviavam em degredo para quarentena as embarcações, os tripulantes, os passageiros e as mercadorias suspeitas de virem contaminadas de outros portos. Eram assim mantidos fora das povoações, sob vigilância e medidas profiláticas. Estes locais funcionavam articulados com as "bandeiras", grupos de guardas armados que controlavam os cordões sanitários face aos viajantes por terra no acesso às povoações.

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