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EPIDEMIAS DOUTROS TEMPOS: OS SANTOS PROTETORES

Dificilmente o cidadão atual nos países ocidentalizados imagina viver sem hospitais, assistência médica, medicamentos. Mas noutros tempos não era assim: as epidemias sucediam-se, a Medicina pouca e empírica, os fármacos raros. Em busca da esperança de cura os crentes cristãos apegavam-se aos santos protetores e, no caso das pestes, a dois deles: S. Sebastião, soldado romano martirizado com setas no século IV, em 680 invocado em Roma para salvar a cidade de uma epidemia e a partir daí onde elas apareciam. O seu culto generalizou-se. 

Por exemplo, em 1758 no concelho de Gaia, um seu altar ou imagem existiam em 16 das 23 igrejas paroquiais, para além de mais duas capelas. E o antigo largo da Bandeira dos cordões sanitários teve a sua capela no final do século XVIII, passando desde aí a chamar-se Largo do Mártir.

Outro protetor era S. Roque, nascido em Monpilher, França, no século XIV e que sededicou a tratar dos empestados, acabando por ficar infetado. Padroeiro dos calafates, em todos os portos de mar havia uma capela ou altar que lhe eram dedicados. A de Vila Nova de Gaia situava-se em frente da Fonte de S. Roque e foi demolida em meados do século XIX. A sua imagem guarda-se hoje na capela da Sr.ª da Piedade da Areia, à Beira-Rio. Mas todos os anos um romeiro que escapou de doença grave cumpre a promessa de ir vestido de S. Roque na romaria de S. Gonçalo em janeiro.

 

 

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