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Romaria gaiense de S. Gonçalo

 

As Cabeças de S. Cristóvão e S. Gonçalo; foto Joaquim Pina Cabral

Romaria gaiense de S. Gonçalo

 

Vai decorrer no próximo domingo, dia 15 de janeiro, a tradicional romaria gaiense de S. Gonçalo entre a Beira-Rio, na freguesia de Santa Marinha e a igreja paroquial de Mafamude.

É protagonizada por três grupos de festeiros, os Mareantes do Rio Douro, a Comissão Velha da Rasa e a Comissão Nova da Rasa, hoje associações recreativas que perpetuam a tradição da antiga faina marítimo-fluvial no Rio Douro, quando ao mesmo chegavam embarcações de todo o mundo e daqui partiam os produtos do Douro e das Beiras.

Os mareantes eram a aristocracia do mar, armadores, capitães de longo curso, pilotos da barra e negociantes de grosso trato. Os grupos de Mafamude representam os artífices que trabalhavam nesta faina, tanoeiros, carpinteiros navais, caixoteiros, construtores de veículos. S. Gonçalo é o protetor das viagens de longo curso e das doenças dos ossos, além de casamenteiro de viúvas. S. Cristóvão é o padroeiro dos barqueiros e dos viajantes e S. Roque o protetor contra as doenças contagiosas.

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A Pesca do Bacalhau, apenas uma epopeia?

 

 

 

Curso livre

História Naval do Noroeste Português

Solar Condes de Resende

Sábado, 07 de janeiro de 2017

15-17 horas

      “A Pesca do Bacalhau, apenas uma epopeia?”por Álvaro Garrido, historiador, professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

 

“Desde os primórdios da pesca do bacalhau por navios, que junto das populações locais e noutras menos chegadas aos portos de armamento, se serviam de parentes e conhecidos, procurando contratar os homens e compor boas tripulações. Nas povoações mais afastadas dos portos de armamento onde havia pescadores de confiança cujo trabalho e comportamento se tivessem notado em campanhas anteriores o capitão tratava de os recrutar através de encarregados.

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“A Frota Mercantil do Porto no período constitucional”

 

Curso livre

História Naval do Noroeste Português

Solar Condes de Resende

Sábado, 10 de dezembro de 2016

15-17 horas

 

“A Frota Mercantil do Porto no período constitucional”

por J. A. Gonçalves Guimarães, historiador, Academia Eça de Queirós.

 

A Revolução de 1820 e a independência do Brasil coincidem com uma grande transformação nas relações comerciais entre a Barra do Douro e os portos brasileiros, nomeadamente na substituição de grandes veleiros (navios, galeras) pelos mais ligeiros bergantins ou brigues, enquanto que no horizonte iam aparecendo os vapores cuja evolução acabaria com os veleiros a médio prazo.

Com estas alterações foram acabando os estaleiros das margens do Douro e o próprio comércio da cidade do Porto sofreria alterações irreversíveis.

A Frota Mercantil do Porto foi pois o auge da navegação atlântica à vela e um fator de caracterização da região.

 

A frequência desta sessão ou do curso implica inscrição prévia.

 

"As Comunidades gaienses nos reinados de D. Dinis e D. Afonso IV - História e Património"

 

 

Solar Condes de Resende

Quinta-feira, 29 de dezembro – 21,30 horas

Palestra das últimas quintas-feiras do mês

            “As Comunidades gaienses nos reinados de D. Dinis e D. Afonso IV – História e Património”.

por Paulo Sousa Costa

Gaia na Idade Média

            Não têm sido muito frequentes os estudos académicos sobre a Idade Média Gaiense. Por esse motivo têm o maior interesse os estudos do Dr. Paulo Costa, Mestre em História Medieval pela FLUP sobre alguns aspetos da consolidação deste município nos séculos XIII e XIV num território que chegou aos dias de hoje.        

Entrada livre

 

“Vila do Conde e a Expansão”

 

Curso livre

História Naval do Noroeste Português

Solar Condes de Resende

Sábado, 03 de dezembro de 2016

15-17 horas

            “Vila do Conde e a Expansão”

por Amélia Polónia, historiadora, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

O protagonismo assumido por agentes femininos nos vários contextos considerados – familiar, social económico, pode ainda ser simbolicamente aferido pelo facto de as mulheres se constituírem, de forma recorrente, em pequenas localidades marítimas, como é Vila do Conde, como referenciais de identificação privilegiados. Em sociedades marcadas pela transitoriedade da presença masculina, suscitada pela viagem ultramarina, e pelas migrações internas, em concreto em direcção à capital, espaço centrípeto num contexto de projecção ultramarina liderada pelo poder central e pelos agentes económicos e financeiros sediados em Lisboa, ou pelas emigrações ultramarinas, o homem é, com frequência identificado em função da mulher. Ele é visto não raras vezes como filho, marido, irmão, pai de alguém que se conhece por uma permanência que referencia.

Todas estas memórias estão hoje materializadas em estruturas museológicas sediadas na cidade-porto de Vila do Conde.

 

A frequência desta sessão ou do curso implica inscrição prévia.