Homenagem nacional a Eça de Queirós
Nos passados dias 4 e 5 de janeiro na homenagem nacional que começou na Fundação Eça de Queiroz em Santa Cruz do Douro, Baião, estiveram presentes nas cerimónias e na guarda de honra aos restos mortais do escritor os seguintes confrades da Confraria Queirosiana (alguns também em representação de outras instituições): Afonso Reis Cabral presidente da administração da FEQ e confrade honorário; Amélia Maria Gomes Sousa Cabral confrade honorária; António Pinto Bernardo da direção da ASCR-CQ; Carla Alexandra de Jesus Almeida; Carlos Alberto Dias de Sousa da MAG da ASCR-CQ; Dalila Rodrigues ministra da Cultura e confrade honorária; Engrácia da Costa Tavares; Eva Cristina Ventura Baptista; Fernando Rui Morais Soares da direção da ASCR-CQ; Inês Cunha Jorge; João Emílio S. Carvalho de Almeida da MAG da ASCR-CQ; João Fernandez Cardoso de Albuquerque; João Martins Cardoso de Albuquerque; Joaquim António Gonçalves Guimarães da direção da ASCR-CQ; José Luís Carneiro, deputado e confrade honorário; José Manuel Alves Tedim da MAG da ASCR-CQ; Luísa Martins Cardoso de Albuquerque; Manuel Guimarães da Fonseca Nogueira da direção da ASCR-CQ; Manuel Maria Moreira da direção da ASCR-CQ; Maria de Fátima Teixeira secretária da direção da ASCR-CQ; Mário Cláudio confrade honorário e escritor; Paula Carvalhal presidente do conselho de curadores do conselho de administração da FEQ em representação da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e confrade honorária.
No Panteão Nacional no dia 8 de janeiro estiveram pelo menos os seguintes confrades, também muitos dos quais em representação de outras instituições: Afonso Reis Cabral descendente do escritor que leu o elogio fúnebre, presidente da administração da FEQ e confrade honorário; Carlos Reis professor da Universidade de Coimbra e coordenador da Edição Crítica das obras do escritor, que leu diversos trechos das suas obras, e confrade honorário; Dalila Rodrigues ministra da Cultura e confrade honorária; Guilherme de Oliveira Martins,

No passado sábado 23 de novembro, a partir das 10,30 horas, decorreu no Solar Condes de Resende o XXII capítulo da associação Amigos do Solar Condes de Resende - Confraria Queirosiana, que anualmente comemora o aniversário de Eça de Queiroz no sábado anterior ao dia 25 de novembro, o qual contou este ano com a presença da Ministra da Cultura, Professora Doutora Dalila Rodrigues, que foi insigniada na cerimónia como confreira de honra. Para além de muitos associados e confrades, estiveram também presentes representantes da Academia Alagoana de Letras (Maceió, Alagoas, Brasil), da Associação Portuguesa da História da Vinha e do Vinho (APHVIN/GEHVID), da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, da Confraria Gastronómica O Galo de Barcelos, da Confraria dos Ovos Moles de Aveiro, da Confraria dos Velhotes - Valadares, Vila Nova de Gaia, da Federação das Coletividades de Vila Nova de Gaia (FCVNG), da Federação de Amigos dos Museus de Portugal (FAMP), do Gabinete de História, Arqueologia e Património (ASCR-CQ), do jornal As Artes Entre As Letras,

Em cumprimento do artigo 6.º da Lei n.º 78/2015, de 29 de julho, e do artigo 8.º do Regulamento da ERC, a associação Amigos do Solar Condes de Resende – Confraria Queirosiana publica a informação que foi disponibilizada à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) no passado dia 27.06.2024.
Curso livre «40 anos depois: História Local e Regional»
Solar Condes de Resende
Sábado, 20 de abril de 2024 – 15-17h
Regionalismos e internacionalismos
Prof. Doutor Nuno Resende
No tempo do digital, de desmaterialização do lugar cartesiano, é incompatível o local/regional, por oposição ao global? Somos todos globais? E qual é o papel da História nesta aparente dialética? Sobretudo, qual é o papel do Historiador, amiúde comprometido com a manutenção de um culto ao Passado, nesta equação? Como resolverá ele esta fórmula em que o Presente, o imediato, se sobrepõe ao longínquo e “obsoleto” ontem? Questões para reflexões urgentes sobre uma mudança imediata de papéis: do Historiador-sacerdote, ao Intérprete, Mediador ou Consultor. Ou de como reconciliar o aparentemente irreconciliável.
Presencial e por videoconferência; a frequência e o pagamento implicam inscrição prévia; para mais informações contactar

Curso livre «40 anos depois: História Local e Regional»
Solar Condes de Resende
Sábado, 20 de janeiro de 2024 – 15-17h
Estruturas de organização social, de ordenamento territorial e de exercício de poder: os municípios em Portugal, entre os séculos XI e XIV
Luís Carlos Amaral
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Instrumentos maiores de intervenção régia e, pontualmente, senhorial, as cartas de foral conferiram enquadramento e consistência legais a múltiplas comunidades já implantadas no território que, a partir da concessão do respectivo diploma foraleiro, se constituíram em instituições concelhias ou municipais. Este processo, encetado no futuro espaço português ainda antes da constituição do reino, revelou-se decisivo na organização social do território e na própria definição e exercício do poder régio. A partir de D. Afonso Henriques (1128-1185) e até ao final do governo de D. Dinis (1279-1325), o país cobriu-se de municípios, que, para além das inevitáveis semelhanças, corporizaram cenários muito diversificados, resultantes não só de realidades locais e regionais distintas, mas também de um complexo enquadramento jurídico.
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